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TOPO BIAPO
BIAPO 01
Fachada principal do templo da Humanidade
Começam as obras da primeira Igreja Positivista do Brasil
A primeira Igreja Positivista do Brasil, entidade Areligiosa fundada no final do Império, localizada no Templo da Humanidade, no bairro da Glória, no Rio de Janeiro, está sendo restaurada pela Construtora Biapó.

As obras da cobertura do edifício, após nove anos de rompimento de uma das tesouras, iniciaram em janeiro. Desde que o telhado ruiu, o madeiramento existente se manteve escorado, para garantir a estabilidade da edificação, e agora está sendo todo substituído. As luminárias tipo arandela foram instaladas, e a disposição da linha de vida e da claraboia está em fase de finalização.
BIAPO IMG02Retirada e catalogação de luminárias BIAPO IMG03Equipe inicial da obra em frente ao Templo
Atualmente, o imóvel histórico está protegido por legislações específicas de gestão e conservação patrimonial em âmbitos municipal Instituto Rio Patrimônio da Humanidade IRPH, estadual (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural Inepac) e nacional (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan).

A religião positivista foi trazida para o Brasil por intermédio de Miguel Lemos (1854-1917) e Raimundo Teixeira Mendes (1855-1927). Em 1877, os dois jovens estudantes da Escola Politécnica, excluídos do curso por questões ideológicas, viajaram para Paris, onde frequentaram círculos positivistas e descobriram o pensamento religioso do filósofo Auguste Comte.

De volta ao Brasil, trabalharam ativamente na divulgação da Religião da Humanidade, certos do poder de transformação social desta crença cívica. Em 1881, Miguel Lemos fundou oficialmente a Igreja Positivista do Brasil, no Rio de Janeiro. Seus membros já eram figuras ativas na vida política nacional, o que permitiu que a instituição desenvolvesse papel determinante no momento da Proclamação da República brasileira.

Em 1897, o centro de reunião de republicanos e abolicionistas mudou sua sede, no Centro do Rio, para o recém-inaugurado Templo da Humanidade, no bairro da Glória. O prédio foi frequentado por várias famílias e acolheu cerimônias diversas, como o casamento do Marechal Cândido Rondon. No local também eram oferecidos cursos de filosofia, desenho e ciências para crianças e jovens.
Armazenamento adequado de telhas originais
Ubirajara Melloe Maurício Prochnik - arquitetos dagerenciadora(Prochnik Arquitetura), Jorge Campana - engenheiro da Biapó, Alexandre Martins - presidente da Igreja Positivista e Isabella Rocha- arquiteta da Biapó
Prova da vitalidade do movimento positivista na virada do século XIX, a Igreja Positivista do Brasil possui uma capela em Paris, berço da Religião da Humanidade, chamada de Chapelle de l'Humanité.
Ex-alunos do Frei Confaloni visitam a obra da Estação Ferroviária
Fachada da antiga Estação Ferroviária de Goiânia
O prédio da antiga Estação Ferroviária de Goiânia, que faz parte do Acervo Arquitetônico e Urbanístico Art Déco da capital, localizado na Praça do Trabalhador, está sendo restaurado pela Construtora Biapó desde dezembro do ano passado.

Os murais pintados por Frei Nazareno Confaloni, dominicano italiano radicado no Brasil, expoente do modernismo e um dos doze maiores artistas plásticos que atuaram no estado de Goiás, ornamentam as paredes internas do saguão do edifício e serão restaurados.
Giuseppe Confaloni (1917-1977) foi para a cidade de Vila Boa (atual Cidade de Goiás) em 1950, a convite do bispo Cândido Penso, para pintar quinze afrescos na Igreja do Rosário, denominados Mistérios de Rosário. Lá permaneceu como pároco e introduziu a técnica da obra pictórica, feita sobre uma parede, com base de gesso ou argamassa. Mudou-se para Goiânia em 1952, onde paralelamente à atividade religiosa, dedicou-se à pintura com temática religiosa, utilizando-se da figura humana. Idealizador, juntamente a Luiz Curado, da Escola Goiana de Belas Artes (EGBA), o pároco lecionou pintura e desenho e fundou a Faculdade de Arquitetura da Universidade Católica de Goiás (UCG), onde também ensinou desenho e plástica.
Afrescos de Frei Nazareno Confaloni
Numa ação de aproximação da comunidade, de estudantes e pesquisadores, foi realizada, no dia de março, uma visita do grupo de ex-alunos do artista na obra de restauro. Eles foram recebidos pelo restaurador responsável, Wagner Matias, que discorreu sobre os procedimentos e as técnicas adotadas para a restauração dos murais de autoria do frei na entrada do edifício. Dentre os presentes, estava a artista plástica e professora do curso de Arquitetura da Pontifícia Universidade Católica de Goiás por vários anos, Saida Cunha.
Visita dos ex-alunos de Frei Confaloni na obra da antiga Estação Ferroviária
Obra do Palácio Universitário está em fase de conclusão
No final de abril, foi dado início à mobilização para recuperação do último bloco do Palácio Universitário, composto por sete pavimentos internos. De janeiro a abril, a restauração da cobertura e das fachadas, inclusive de cantarias e gradis de dois dos blocos, foi finalizada. A conclusão e entrega estão previstas para o mês de junho.

Funcionários da obra, contratados por meio do convênio com Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro IPUB, venceram mais um desafio nesta etapa final, a confecção de cachepots ornamentos em argamassa do coroamento da edificação. As peças foram feitas a partir de moldes de resina acrílica, curados e desenformados na obra, e receberam os acabamentos finais. As réplicas dos modelos esculpidos em mármore estão sendo instaladas em locais onde os originais não existem mais.
No mês de abril, mais uma turma de alunos, dessa vez do Curso de Conservação e Restauração de Madeiras, teve a oportunidade de conhecer o canteiro de obras do Palácio Universitário.

Antes da visita, foi realizada uma palestra sobre edificação em parceria com a Fundação Fiocruz. Em seguida, o grupo percorreu o canteiro e as oficinas de trabalho. Na marcenaria, conheceram o protótipo de encaixes de peças e os equipamentos utilizados para restauração de madeiras.
Funcionárias da obra do Palácio Universitário confeccionam réplicas de cachepots
Memória é nosso Forte
Vista panorâmica do Forte Nossa Senhora dos Remédios
Visita dos ex-alunos de Frei Confaloni na obra da antiga Estação Ferroviária
A obra de restauração do Forte Nossa Senhora Ados Remédios, em Fernando de Noronha, ampliou suas ações por meio de três projetos culturais de interação com a comunidade local: Histórias Contadas, Música no Forte e Oficinas Culturais.

O objetivo é inserir os moradores como coparticipantes ativos dos trabalhos de restauração, promovendo eventos de divulgação e convívio comunitário para atrair o interesse de escolas e promover a educação patrimonial.
Evento cultural Palhaçaria na Ilha
Ações culturais

O projeto Histórias Contadas, dedicado à escuta da comunidade e de suas histórias, tem como objetivo valorizar e estimular o universo da narrativa oral, envolver os mais idosos e promover sua inserção social nas atividades escolares e comunitárias.

Dando sequência à promoção de eventos, foi lançado o 1º Festival Música no Forte 2018, uma programação mensal organizada para atrair o interesse dos moradores e visitantes para os trabalhos de restauração do Forte Nossa Senhora dos Remédios.
O evento começou no dia 19 de maio, com um duo de violino e violão de Alessandro Borgomanero e Eduardo Meirinhos, que apresentaram um repertório de músicas como as "Bachianas Brasileiras nº 5", de Heitor Villa-Lobos, e "Carinhoso", de Pixinguinha. Os shows acontecem uma vez por mês.

Programação completa
16/06
Camerata Acadêmica da UFAL Orquestra de Cordas com Sax e Violino - solista Kleber Dessoles, sax solista Alessandro Borgomanero, violino solista Lilian Pereira (Direção)

07/07
Quinteto Pernambucano de Cordas e Percussão Musical Armorial Nordestina para instrumentos de cordas e percussão

18/08
Paraíba Jazz - violino, violão, bateria soul - Blues e Jazz

15/09
Grupo de Violoncelos "Presgrave Ensemble" - Fabio Presgrave (Direção e violoncelo) - Música Erudita e Popular para um grupo de violoncelos, de Bach a Villa-Lobos

20/10
"Metais do Cerrado" - Quinteto de Metais de Goiás (2 trompetes, trompa, trombone e tuba) do Erudito ao Popular

17/11
"Isaac Violin Live" - Willian Isaac (violino elétrico) - Pop Music e Rock

08/12
Júlio Lemos "O Violão Popular Brasileiro" - Samba, Chorinho, Bossa Nova, Tango




Ações culturais desenvolvidas pela Construtora Biapó
Para completar a programação, são realizadas, uma vez por mês, Oficinas Sensoriais, voltadas para o desenvolvimento da sensibilidade: alvenaria de terra - "Mãos na Terra", música - "Tocar e Ouvir", fotografia - "Despertando o Olhar", atividades artísticas com a dupla do grupo Las Cabaças - "Palhaçaria na Ilha".

O fechamento do Programa de Bônus e Resultados da Construtora Biapó relativo ao ano de 2017 indicou um aumento do prêmio em comparação ao ano de 2016, nas obras do Rio de Janeiro.
O prêmio distribuído para 74 colaboradores em 2018 teve um aumento de 68%, em relação ao montante do ano anterior, também distribuído para 74 colaboradores.

O funcionário mais bem pontuado acumulou 114,9 pontos e recebeu a quantia de R$ 883,70 a mais no seu rendimento. A menor pontuação foi de 2,1 pontos, ou seja, R$ 16,00. E a média foi de 34,2 pontos.

O programa faz parte da política de valorização e qualificação dos colaboradores da construtora e tem como intuito estimular e promover a dedicação dos funcionários por meio da constante profissionalização.
BIAPO EM SUA CASA
Biapó em sua Casa
O programa Biapó em sua Casa contemplou mais quatro colaboradores durante os meses de janeiro a abril. Os prêmios foram entregues para Vicente Romão (janeiro), Francisco Ferreira (fevereiro), Maria da Conceição (março) e Luis Gomes (abril). Todos receberam materiais de construção para a reforma e melhoria de suas casas.