Não consegue visualizar?
Ver no navegador
TOPO BIAPO
Biapó realizará a restauração do Armazém Macedo no centro histórico de Antonina (PR)
Ruínas do Armazém Macedo
A intervenção inclui a recomposição da volumetria do Armazém Macedo e a adaptação das edificações para um novo uso cultural, a fim de fortalecer a relação do povo de Antonina com o mar e o acesso a ambientes expositivos, auditório, biblioteca e áreas para concessões comerciais, mantendo o caráter das ruínas e seu uso como espaço cênico e contemplativo. Também serão construídos decks de madeira e um novo trapiche, e integradas as áreas do armazém e seus anexos, garantindo condições de acessibilidade.

A obra é parte do programa PAC Cidades Históricas, executado pelo Iphan em 44 cidades de 20 estados brasileiros, totalizando uma previsão de
investimentos da ordem de R$ 1,6 bilhão em 423 obras de edifícios e espaços públicos.

No Paraná, a única cidade contemplada pelo projeto foi Antonina, e a previsão de investimentos é de quase R$ 17 milhões em oito obras: restauração da Igreja de São Benedito e seu entorno; restauração da Fonte da Laranjeira e requalificação do Largo da Fonte; restauração da Igreja do Senhor Bom Jesus do Saivá e seu entorno; restauração do sobrado da Prefeitura Municipal; conservação e revitalização da Estação Ferroviária e seu entorno; restauração da Fonte da Carioca e requalificação do Largo da Carioca; e restauração do Santuário de Nossa Senhora do Pilar.

Atualmente a Biapó emprega centenas de profissionais, entre operários, engenheiros, arquitetos, administradores e outros técnicos, em seis obras, com o compromisso de valorizar a identidade cultural do Brasil, preservando seus bens culturais e históricos.
Construtora participa da comemoração dos 60 anos de história do Iphan na cidade de Vassouras
O Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional da cidade de Vassouras, no estado do Rio de Janeiro, completou 60 anos de história com diversas atividades realizadas de 24 a 26 de junho para celebrar a data.

A Construtora Biapó participou das ações em prol da preservação do patrimônio histórico oferecendo à comunidade local a Oficina de Arquitetura de Terra para Crianças no dia 24 de junho, na Praça Barão de Campo Belo.
Crianças se divertem na Oficina de Arquitetura de Terra promovida pela Biapó
Direcionada ao público infantil de 2 a 12 anos, a oficina faz parte do projeto de educação patrimonial da Biapó e foi ministrada pelos técnicos da empresa, que ensinaram às crianças como fazer tijolos de adobe e paredes de pau a pique. A iniciativa teve como objetivo apresentar as possibilidades de erguer uma casa com o uso da terra como material construtivo.
Maria Felina da Costa interessou-se pelas atividades e afirmou ter ficado encantada com a
iniciativa. “Que ideia maravilhosa! A cidade estava muito parada, isso tudo movimenta. É uma obra importantíssima”, disse a moradora vizinha à praça.

A arquitetura local de Vassouras, povoado datado de 1782 situado nas partes altas do território fluminense, é constituída por antigos casarões da aristocracia rural do eixo do centro histórico. O local viveu um período intenso de crescimento econômico e social ocasionado pela cultura cafeeira que envolveu o vale e se espalhou nos dois sentidos do rio Paraíba do Sul.

A região guarda heranças da primeira metade do século XIX, como mobiliário, louças, quadros, objetos de uso domésticos, acervos bibliográficos e trajes de origem francesa, além de carruagens e árvores centenárias onde o café sustentou o vertiginoso progresso da época.

O instituto celebrou a herança histórica e as riquezas do local que, em 1958, passou pelo tombamento do conjunto histórico, urbanístico e paisagístico, constituído a partir da riqueza originada dos fazendeiros de café, barões e viscondes, quando foram erguidos casarios, palacetes, hotéis e colégios que guardam a memória dessa fase da chamada “Cidade dos Barões”.
Exposição Canteiro Aberto integra as ações do Festival Vale do Café em Vassouras
O Festival Vale do Café compreende uma celebração sensorial que reúne música, exposições, oficinas e degustações que harmonizam bem com as paisagens deslumbrantes e as rememorações de uma das regiões mais ricas do Brasil no século XIX, a cidade de Vassouras.

A Construtora Biapó participa do evento por meio da inauguração da Exposição Canteiro Aberto da Fazenda Santa Eufrásia com visitação pública e gratuita.

O conjunto arquitetônico e paisagístico da fazenda, composto por casa-sede, cavalariça, armazém, ponte e açude, está passando por um processo de restauração e outras obras civis, seguindo os procedimentos construtivos tradicionais da região e de arquitetura em terra crua como uso de tijolos de adobe e de técnicas de estuque e pau a pique.

A abertura da exposição aconteceu no dia 21 de julho, com apresentação do grupo da Associação Afro - Jongo Caxambu Renascer e visita guiada. A mostra continua nos dias 11 de agosto, 8 de setembro, 20 de outubro, 10 de novembro e 8 de dezembro, com visitas guiadas das 13h às 16h.
O festival
Criado em 2003 com uma proposta que torna a música e o próprio vale protagonistas, o festival promove também espetáculos, cursos e oficinas em diversos municípios e permite aos visitantes uma expedição pelos elementos arquitetônicos de um dos maiores núcleos produtivos do ciclo do café.

Na programação, cursos gratuitos de canto, cavaquinho, bandolim, flauta, violão e violino para pessoas de todas as idades, uma excelente oportunidade de contato com mestres do universo musical.

Com uma geografia privilegiada e propícia para o cultivo do café, a cidade, que passou por um crescimento econômico extraordinário no período do Império, revive sua herança cultural durante esse evento, realizado este ano de 20 a 29 de julho.

O festival marca também a fase de opulência do ouro na economia fluminense entre 1815 e 1885 da antiga região de escravos e barões do café durante a
Finalizada a primeira etapa das obras do Palácio Universitário da UFRJ
Corrimão em madeira com acabamento em resina
A Construtora Biapó finalizou os serviços do contrato inicial de restauração de fachadas e telhados do Palácio Universitário e da Capela da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em junho deste ano, dentro do prazo previsto. Foram iniciadas as obras relacionadas ao aditivo deste contrato, que inclui instalação de caixas d'água no interior da Capela, pintura antichamas (intumescente) na estrutura metálica de sua cobertura, instalações de janelas de alçapão no telhado, restauração da claraboia com vitrais coloridos e de corrimãos em madeira para guarda-corpos de sacadas e pátios, e também a restauração artística dos forros da Capela, entre outros.

Em parceria com a UFRJ e o Iphan, a empresa planeja uma grande exposição de encerramento da obra, prevista para o segundo semestre deste ano, a ser realizada na Capela, onde os visitantes poderão acompanhar a finalização da restauração artística que revelará pinturas originais nos forros e na claraboia já com os vitrais instalados.
Remoção das pinturas que revelaram a pintura artística original
Remoção da pintura acrílica não original de ornamentos do forro artístico
Átrio da Capela
Construtora apresenta exposição de esculturas em madeira de Sandro Cunha
Com apoio do Ministério da Cultura, do Iphan e da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, a Biapó apresentou a exposição de esculturas em madeira do artista Sandro Cunha.

A abertura oficial aconteceu no dia 20 de julho, na Sala de Arte Sacra da Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Vassouras. A visitação está aberta até 8 de agosto (das 12h às 16h). Para fazer o agendamento de grupos de visitantes, entre em contato pelo e-mail eventos.biapo@gmail.com
O escultor
A carreira do artista popular Sandro Cunha iniciou em Hidrolândia, no interior da Bahia. Grande parte de sua família trabalhava em uma oficina de lanternagem próxima a uma marcenaria. Aos 11 anos, ele já se encantava com a arte de transformar madeira.
Da observação, converteu a matéria-prima em letras, construindo nomes, seu primeiro passo rumo à arte popular.

Mais tarde, em Pilar de Goiás, teve contato com a Construtora Biapó, que realizava à época o restauro da Igreja Matriz. O escultor, além de dominar a técnica de modo autodidata, deu forma a seus sentimentos. A inspiração e o domínio da técnica são seu maior critério de valor, segundo a historiadora Marília Chang.

Sua primeira escultura foi uma carroça puxada por um burrico. Peça simbólica que representa o trabalho árduo que sempre cercou sua vida. Sem perceber, a religiosidade estava ativa em sua arte. Seu olhar cada vez mais aguçado e atento ganhou destaque no trabalho de restauro de obras de personagens que marcaram sua vida.

A primeira personalidade que lhe causou grande inspiração foi o artista Veiga Vale, sentimento este materializado na peça São Joaquim de Botas – precursora em seu caminho na arte sacra. Nos idos de 2000 teve a oportunidade de trabalhar no restauro das peças do grande mestre Aleijadinho, em Congonhas do Campo Minas Gerais, o que o consagrou na estrada da história de vida dos santos e definitivamente na arte sacra.

Sandro Cunha é tão apaixonado por madeiras que é capaz de usar mais de uma espécie na mesma escultura, demonstrando essa mistura somente através da diferenciação das cores. A produção de peças únicas, fruto da criação individual e do compromisso do artista, resultou em obras excepcionais que merecem ser apreciadas.
Fachada do Templo da Humanidade
Armazenamento de telhas e peças de madeira para a cobertura do Templo da Humanidade
Após a remoção da camada de tijolos e pedra existentes, foi executada a cinta de coroamento, composta por duas camadas de concreto e uma de tela plástica estrutural, por todo perímetro do topo de alvenaria da edificação, com a fixação de pinos com resina epóxi para ancoragem.
Fixação de pinos de ancoragem e execução de cinta com colocação da tela plástica estrutural
Remoção de telhas e desmontagem do madeiramento
Em seguida, após a montagem da estrutura do telhado, foi iniciada a instalação da subcobertura de alumínio para dar continuidade aos serviços do novo trecho de intervenção. Com o salvamento emergencial em 2010, um dos trechos estava coberto por lona reforçada, enquanto outro permanecia com cobertura em telhas cerâmicas francesas. No mês junho, foi realizada a desmontagem para novas intervenções.
Após a remoção da camada de tijolos e pedra existentes, foi executada a cinta de coroamento, composta por duas camadas de concreto e uma de tela plástica estrutural, por todo perímetro do topo de alvenaria da edificação, com a fixação de pinos com resina epóxi para ancoragem.
Foto panorâmica do telhado do Templo da Humanidade