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Ano V Edição nº 29 - Agosto de 2013
Biapó fará restauração da Igreja de São Francisco de Prainha
A Construtora Biapó acaba de assinar o contrato com a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP), da Prefeitura do Rio de Janeiro, para restauração da Igreja de São Francisco da Prainha. A obra faz parte do Projeto Porto Maravilha Cultural, deve ter a duração de oito meses e prevê uma cobertura provisória de proteção do bem, o escoramento de algumas paredes instáveis e o restauro arquitetônico de parte do edifício.

A Igreja de São Francisco da Prainha é protegida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) através de tombamento federal. Segundo a historiadora Letícia Ferreira, tem suas origens no final do século XVII, e especula-se que sua data de construção tenha sido em 1696. Foi incendiada e reerguida ainda na primeira metade do século XVIII. O ano de 1738 é considerado como a data de sua segunda fundação. Passou por reforma interna com alterações estilísticas, em 1910, adquirindo feições ecléticas de inspiração neogótica e, ao longo do século XX, foram identificados pequenos serviços de manutenção e reparo, sem registros técnicos das intervenções.

"É um exemplar do estilo barroco. Isto porque se os principais exemplares desse movimento artístico destacam-se pela grandeza e efeitos volumétricos, o bem em questão tem por marca
a simplicidade. Com dimensões relativamente pequenas e poucos ornamentos, sua fachada é composta por duas janelas simétricas, um vitral circular e uma porta. Entre as janelas, e acima da porta, há uma placa que faz referência à doação do Padre Francisco da Motta. No alto, há uma cruz em situação de destaque.

Os vidros das janelas possuem um contorno que lembra o traçado gótico, e são ornamentadas por molduras em bico, proporcionando uma sombra profunda”, descreve a historiadora.
Características da obra
A Igreja de São Francisco da Prainha está localizada no Adro de São Francisco, um espaço público do morro da Conceição, área central da cidade do Rio de Janeiro, no Bairro da Saúde, e compõe em conjunto com os Bairros da Gamboa e Santo Cristo, a região portuária.

As obras emergenciais de escoramento e cobertura provisória visam a sua proteção em seus aspectos mais críticos, para garantir a integridade dos elementos com maior grau de danos e fornecer condições básicas para a realização dos serviços de restauro, que tem como principal objetivo o restabelecimento das funções, criando condições favoráveis para sua permanência com base nos conceitos patrimoniais e na preservação do bem.
F oi firmado um termo de aditivo ao contrato de Restauração do Convento Bom Pastor, incluindo serviços de emboço/reboco e pintura das fachadas. A remoção de emboço solto e aplicação de nova argamassa de cal nas fachadas do pátio interno do convento, cujo traço foi determinado durante a oficina ministrada no canteiro de obras, teve início tendo como base a análise laboratorial de amostras da argamassa original. Durante o mês de maio, foi dada continuidade aos trabalhos de restauração das esquadrias e telhados. Após a retirada das telhas francesas e ripas de um trecho do telhado, foi instalada
a subcobertura de manta de não-tecido de polipropileno laminado com filme metalizado de alumínio para oferecer mais conforto térmico e proteção contra infiltrações.
A Biapó participou da Oficina "A Contribuição da Cadeia Produtiva da Construção para o Desenvolvimento Sustentável” da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no dia 5 de junho, na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), realizada dentro da programação da Semana do Meio Ambiente, comemorada de 4 a 6 de junho no Rio de Janeiro.

O evento contou com a participação do presidente da CBIC, Paulo Simão; do presidente do Sinduscon-Rio, Roberto Kauffmann, e da secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Mariana Meirelles Nemrod.

Na ocasião, o professor da Fundação Dom Cabral e coordenador técnico do Centro de Desenvolvimento da Sustentabilidade na Construção (CDSC), Rafael Tello, apresentou o Guia CBIC de Boas Práticas em Sustentabilidade na Indústria da Construção, no qual a experiência da Biapó é reconhecida como uma referência no setor, por alinhar suas ações de Responsabilidade Social com as estratégias de negócios.

Foram feitas duas mesas-redondas. A primeira, sobre Boas Práticas na Gestão Empresarial e Relacionamentos com Stakeholders, abordou o tema “Incorporação das Recomendações da Norma ISO 26000 ao Sistema de Gestão”, “Desenvolvimento da Cadeia de Fornecimento para Sustentabilidade” e “Alinhamento das Ações de Responsabilidade Social com a Estratégia do Negócio”, fruto da experiência apresentada pelo arquiteto da Biapó, Adriano Carvalho; a segunda, de Boas Práticas de Melhorias no Processo Construtivo, apresentou como foco a "Adoção
do Building Information Modeling”; “Melhoria do Desempenho Ambiental dos Canteiros”; “Implantação da Produção Mais Limpa em Obras”; “Eficiência Energética em Edificações - Etiqueta Procel Edifica”, e “Obtenção do Selo Casa Azul da Caixa”. Resultado de uma pesquisa realizada pela Fundação Dom Cabral, o Guia CBIC reúne 29 experiências bem-sucedidas nas áreas de gestão empresarial, relacionamento com stakeholders, melhorias no processo construtivo, saúde e segurança do trabalhador, mão de obra na construção e desenvolvimento imobiliário urbano. O objetivo do material é servir de referência como incorporação de práticas de sustentabilidade corporativa por parte das construtoras do país, uma vez que todas as experiências relatadas foram testadas. Assim, os exemplos podem ser seguidos e adaptados à realidade específica de cada empresa com segurança.


Experiência da Biapó
O modelo de gestão estratégica da Construtora Biapó e sua postura socialmente responsável na condução dos negócios, considerando os interesses de todos os grupos influenciados pela atuação, está registrado neste guia. A conservação do patrimônio histórico-cultural, atividade-fim da Construtora Biapó, é também o fio condutor de um programa de ações sociais destinado aos seus colaboradores − o que contribui para melhorar a capacidade produtiva e aumentar a fidelização à empresa − e às comunidades onde a empresa atua, estimulando a formação de novos mercados. No guia CBIC foram inscritas cerca de 250 práticas: 29 foram para o guia e 6 empresas foram convidadas para a mesa de negociação, entre elas, a Biapó. Todas essas práticas desenvolvidas
culminaram com o Programa Estratégico de Responsabilidade Social, que trouxe ganhos simultâneos para a empresa e a sociedade.
O corredor do Pavilhão Central do Mercado Adolpho Lisboa será reaberto, conforme o projeto aprovado pelo Instituto Nacional de Patrimônio Histórico (Iphan) e o Corpo de Bombeiros em 2006. A decisão foi tomada durante uma reunião no início de julho com o secretário municipal Extraordinário para a Requalificação do Centro de Manaus (Semex), Rafael Assayag, seguida de uma visita de fiscalização.
O projeto também será revisado pelo arquiteto Roger Abrahim, devendo ser adotada a Pedra de Lioz (original da construção que data do ano de 1882) na área circular do Pavilhão Central.
Outras providências também foram tomadas como a contratação da empresa Mills para o fornecimento de andaime fachadeiro; entrega dos projetos elétricos revisados; instalação de três tanques de 30.000 litros cada para abastecimento de água; continuação da instalação de vidros e vitrais nos pavilhões da Tartaruga, do Peixe e da Carne. No Pavilhão Frontal, os trabalhos iniciaram com o recebimento do forro de madeira; serviços de instalação das calhas, continuação do reboco e do contra piso das praças de alimentação e continuação da pintura das telhas em escama de peixe, também do projeto original. Com 80% de toda obra concluída, o mercado, que completa 130 anos no dia 15 de julho, é um legado do período áureo da borracha no Amazonas e promete ser um ponto de visita obrigatório dos turistas durante a Copa do Mundo.
Programa Biapó em sua Casa
O Programa Biapó em sua Casa sorteou mais trabalhadores com um prêmio no valor de R$ 1.500.00 em materiais de construção, para melhorar suas condições de moradia. Os sorteados podem reforçar a estrutura de suas residências, fazer ampliações e reparos de manutenção com a ajuda técnica dos profissionais da Biapó que, unidos, fazem tudo em regime de mutirão em várias cidades onde a empresa atua.




O servente Salvador Pereira, que trabalha na obra do Gloria Palace Hotel, foi o sorteado do mês de abril.




O pintor André Ribeiro Guetes, há cinco anos na empresa, também trabalhando no Gloria Palace, foi o sorteado do mês de maio.

Expediente

Biapó Notícias é um orgão de informação da Construtora Biapó Ltda. Coordenação editorial: Adriano Carvalho. Jornalista Responsável: Armando Araújo GO0554 JP. Textos: Armando Araújo, Adriano Carvalho, Leonardo Rodrigues e Cláudia Nunes. Colaboração: Bartira Bahia e Camila Furloni. Fotografias: Felipe Cohen e Wandilson Guimarães. Revisão: Julieta Garcia. Diagramação: Sofia Franco.

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