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Iniciamos as obras de restauração da Estação Ferroviária de Goiânia

Obras na Estação Ferroviária e na Praça do Trabalhador de Goiânia buscam a preservação arquitetônica e histórica da cidade

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Estação Ferroviária de Goiânia completa 68 anos em 7 setembro deste ano.

Inaugurada juntamente às demais estações do trecho de 95 km entre Leopoldo de Bulhões e a capital, porém sem funcionamento de trens, a edificação tem cerca de 1.900 m2.

Os trens de cargas e passageiros da antiga Estrada de Ferro Goyaz vieram só no ano de 1952, e seu funcionamento se deu até os anos 1980, quando o pátio ferroviário foi levado para Senador Canedo por causa da construção da nova rodoviária da cidade e da continuidade da Avenida Goiás.

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2002, o edifício compõe o acervo Arquitetônico e Urbanístico Art Déco da capital e hoje se encontra em estado de degradação.

As intervenções propostas abrangem a revitalização completa da edificação, incluindo a restauração da Maria Fumaça, a reprodução de parte da linha férrea, a reconstituição dos azulejos da fachada, a restauração dos painéis pintados por Frei Nazareno Confaloni, além da revitalização da Praça do Trabalhador, cujo espaço e história se confundem com a edificação da antiga estação.

Construtora Biapó promove aproximação com instituição de ensino

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ma turma de 15 alunos do curso de Engenharia Civil da Universidade Santa Úrsula visitou a obra de restauração do Palácio Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no dia 15 de dezembro do ano passado. A ideia partiu de Jociel Viana, do Almoxarifado da Biapó.

“Faltam informações a respeito da área de restauro de patrimônios históricos em nosso curso. Temos mais contato com obras tradicionais e, por isso, pensei em promover essa aproximação entre a faculdade e a Biapó, para proporcionar uma visão diferente e, quem sabe, ajudar a abrir novas perspectivas para todos”, explicou o colaborador, que trabalha na empresa há sete anos.

Thiago Thielmann de Araújo, professor da turma, acompanhou a visita. Ele ministra aulas sobre projetos de arquitetura, materiais de construção e instalações, e avaliou de forma muito positiva a experiência.

A visita técnica foi muito enriquecedora. Quero agradecer a oportunidade aos profissionais da Biapó e gostaria muito de ampliar a experiência para outras turmas, inclusive de arquitetura”, disse.

Os estudantes fizeram um tour completo pela obra, que terminou no Salão Dourado, espaço cuja arquitetura interna possui bastante detalhes. Além de contemplarem as esculturas, os elementos da fachada, os ornatos, a platibanda, ouviram explicações a respeito dos processos de recuperação, encaixe de

peças de madeira e o modo como se fazia antigamente e como é feito atualmente. Na serralheria, conheceram o processo de fabricação de calhas e os cuidados para fazer emendas em cobre.

“Achei importante a oportunidade porque a turma nunca tinha tido contato com nada disso. E agora identificam elementos da fachada, das platibandas, das janelas com e sem arco. Todos queriam aprender, estavam curiosos. A visita despertou muito o interesse”, completou Jociel.

Encerramento de 2017 movimenta colaboradores

Colaboradores e familiares participam de várias atividades durante a festa de fim de ano

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equipe da obra do Palácio Universitário encerrou o ano de 2017 com uma programação especial de confraternização, planejada para envolver colaboradores, seus familiares e amigos em diversas atividades, com aula sobre a origem e o significado do Natal, oficinas de presépio e de origami e uma festa de confraternização, com churrasco e sorteio do prêmio Biapó em sua Casa.

Resíduos sólidos e materiais recicláveis servem de matéria-prima para construção do presépio

A Oficina de Presépio foi realizada em duas etapas. No mês de dezembro, durante as aulas de Educação Patrimonial, foram apresentados slides de modelos de presépios construídos com material reciclável de diversas origens, conta Sérgio Costa, museólogo. Motivados pela criatividade, os colaboradores coletaram, no canteiro de obras, diversos resíduos utilizados nas peças para a montagem do presépio exposto na entrada da obra. A servente Rejane Alves, uma das idealizadoras da iniciativa, explicou o motivo da proposta. “O Natal me faz bem, marca o renascimento da felicidade. Quando era criança, não tinha muita oportunidade de fazer presépios e, hoje, sempre quero deixar a casa mais alegre”, disse.

Já o arquiteto João Leal, parceiro da Biapó junto ao Iphan, ensinou a técnica do origami, a tradicional arte japonesa de dobrar papel, que não se limitou ao aprendizado técnico. Houve ainda uma apresentação sobre as origens dessa arte carregada de simbolismo e sua dispersão pelo mundo. A ação teve a presença de 80 colaboradores e fez tanto sucesso que será repetida em 2018.

Também houve espaço para uma roda de conversa, coordenada pela psicóloga Catarina Dahl. Juntos, os colaboradores fizeram um balanço sobre suas vidas e seu trabalho. Apesar de ter sido um ano difícil, segundo a avaliação coletiva, foi possível superar as dificuldades.

O encerramento da intensa programação de fim de ano culminou com o churrasco, com a presença de cerca de 100 pessoas, incluindo parceiros, colaboradores e familiares, no Aterro do Flamengo, um complexo de lazer da cidade do Rio de Janeiro, construído diante da baía de Guanabara. O parque estende-se do Aeroporto Santos Dumont, no Centro, até o início da Praia de Botafogo, na zona sul, e possui diferentes áreas,

tradicionalmente utilizadas para realização de campeonatos de futebol e confraternizações. Para alegrar ainda mais o evento, foram sorteadas pipas ornamentais e distribuídas sacolas com diversos brinquedos entre as crianças.

Biapó em sua Casa
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último sorteio do Programa Biapó em sua Casa, feito durante a confraternização de fim de ano, premiou o pintor Alcides Portela, colaborador da empresa há oito anos. Ele mora em Piedade com a esposa e dois filhos e irá usar o apoio financeiro para colocar um piso no terraço da casa.

Alcides Portela

“Sempre fui otimista. Sou assíduo ao trabalho e sabia que minha hora ia chegar. Sou persistente. Agradeço a Deus e a essa empresa pelo apoio. Quando comecei a trabalhar aqui, estava desacreditado, mas tive uma oportunidade e respeito. Sou agradecido. Apesar da crise, a empresa nos fortaleceu, nos dando trabalho, não deixou ninguém desempregado. Me sinto muito bem aqui”, afirmou Alcides.

Rejane Alves, colaboradores da Biapó e familiares durante a primeira etapa do mutirão

E a contemplada do programa do mês de outubro, Rejane Alves, que trabalha na obra do Palácio, recebeu o mutirão em sua casa, no Complexo do Alemão. A reforma incluiu a cobertura da laje e a tubulação do esgoto sanitário.